sexta-feira, 13 de julho de 2012

Eu, poeta...


Deus vós me fizeste poeta
Poeta do meu interior
Poeta dos meus detalhes
Poeta das minhas ruas...
Poeta do meu imaginário
Poeta que ama
Poeta que sonha
Poeta que delirante
Sensível
Ver no invisível
A figura do seu amor
Que ama na alma
Permanecendo na calma
Há espera do dia sagrado
Imaculado
Em que haverão de enlaçasse
E em lances inocentes
Abraços envolventes
Beijos silentes
Carinhosamente hão de se eternizar
E na senda da verdade
O AMOR da antiguidade
Volta à baila.
 J.R.S






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