Eu, poeta
Eu sensível
Eu com medo de senti medo
Eu dissimulando minhas agonias
Sempre forte
Atrevida
Decidida...
Eu que resolvo
Que ajo
Que faço...
Eu que sempre posso
Vi-me nada poder
Rendida a confiar em teu olhar
Pude desabar
E em soluços a confessar
A fragilidade
Os medos
E receios...
Por um instante
Perdi o medo de ter medo
De ser pequena
De não saber ao certo o quê fazer
Em tua face
Na tua voz
No teu abraço
Em tuas palavras
Mestre do amor
Mestre do amor
A certeza de dias melhores.
J. R. S
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